sexta-feira, 31 de março de 2017

Puseirinhas rastafari



BOB MARLEY
Quem foi? Qual sua obra?


                Foi um compositor jamaicano, nascido em 1945, conhecido por imortalizar o gênero musical reggae, o mais consagrado no gênero de todos os tempos. Sua música foi fortemente influenciada pelas questões sociais e políticas de seu país natal. A África e suas mazelas também foram temáticas em suas músicas. O primeiro e maior astro musical do Terceiro Mundo. Suas frases e pensamentos são muito difundidas ainda hoje, inspirando inúmeros movimentos sociais.
                Através de sua obra foi o ícone divulgador do Rastafári, uma religião dita “messiânica”, em que o seu messias teria sido o imperador etíope Haile Salassie, a encarnação viva de Jeová. Uma mistura de dogmáticas cristãs e judaicas. Foi muito difundida pelo uso da maconha como uma erva sagrada; inclusive, o próprio Bob Marley foi um dos grandes defensores do uso da “sagrada erva”. Através da sua música, Marley levou a popularidade as idéias rastafári de paz, irmandade, igualdade social, liberdade, resistência e amor universal ao mundo.
                Até aí tudo bem, compartilhar suas idéias de cunho social, curtir suas frases eternizadas; não vejo nenhum problema. A coisa começa a "esquentar" quando o referido artista se torna um divulgador de uma religião (seita) que centraliza seu culto e devoção em um homem comum, que não tem nada de divino, nada mais que qualquer um de nós.
                Ainda insisto que não tenho nenhum problema com a tal religião, visto que existem tantas seitas pelo mundo afora, meu artigo nem entra no mérito da questão. O meu alvo é outro.
             

                Não sei se você é uma pessoa observadora ou não, mas comigo acontece o seguinte: para onde dirigir o meu olhar vejo alguns adolescentes usando a tal e bem popular “pulseira do reggae”, uma fitinha tricolor (vermelho/amarelo/verde). Entre estes usuários estão em grande quantidade os filhos daqueles que se dizem “crentes” ou de maneira geral “cristãos”. Aí chego ao meu alvo.

                Quando uma pessoa apenas dá difusão a uma idéia, simpatizando-se com ela, não assume compromisso com o seu autor; mas a partir do momento que ela utiliza um símbolo, algo apalpável como uma pulseira, corrente, camiseta, tatuagem... etc, ela assume uma responsabilidade como parte do ideal. Ela declara para o mundo que acredita, compartilha  e defende a idéia ou a fé em questão.
                Olhando por este prisma, eu convoco pais, principalmente pastores, obreiros e obreiras da Seara do Mestre Jesus (Yeshua), que possam ter discernimento de que tipo de ideal os seus filhos estão partilhando com o mundo. Quando um jovem exibe deliberadamente a tal pulseirinha do reggae ele está zombando do sacrifício do nosso Salvador Yeshua; e digo mais, eles a estão utilizando dentro das igrejas, no púlpito, logo, portanto, este jovem está zombando da própria Igreja, fazendo apologia a um falso profeta e à utilização de uma droga, a maconha.
             
                Você achava lindo seu filho adolescente com esta pulseira não é? Você nem tinha noção do significado, verdade ou mentira? Me reservo a não dar julgamento a estes jovens, que estão em processo de conhecer o mundo e suas artimanhas, que são levados aos modismos sem ter a ambição de buscar conhecer a origem de cada coisa, mas chamo a atenção de seus pais, que devem estar ligados em tudo, vigilantes pelo seu lar. A astúcia do inferno sempre esteve em confundir, desestabilizar e desviar o ser humano do alvo (roubar, matar e destruir).

                As Sagradas Letras nos exortam a fugir da aparência do mal; veja que não é fugir do mal fatídico, pecado consumado, apenas da sua aparência. O Eterno desde sempre soube que é a aparência que confunde a mente, embriaga a visão e abre caminho para o mal de fato. São pequenas sutilezas quase imperceptíveis que o diabo se faz utilizar para minar e destruir as nossas vidas.

                Fique esperto, a estratégia do inimigo mudou, ele não mais prega a inexistência de Deus, até assume a existência de um Deus Bom, mas difundi uma idéia de que o diabo não é tão mau quanto se diz que é. Confundir a mente do simples, essa é a ordem.

                               Fique na Paz.


Alan Chiamenti Machado
Autorizada reprodução, mediante
a citação da fonte www.alchimac.com.

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